ADEUS MULHERES NUAS, A PLAYBOY AGORA É PARA MENINOS

Detalhe da capa do primeiro número da revista PlayBoy, com Marilyn Monroe, em 1953
A famosa revista masculina das coelhinhas provocantes, lançada em 1953 com a atriz Marilyn Monroe na capa, anunciou que vai deixar de publicar fotografias de mulheres nuas e optar apenas pelas poses provocantes.

A decisão foi tomada após uma reunião com o fundador da revista, Hugh Hefner, na qual se verificou que, com o desenvolvimento da indústria pornográfica, a revista, que chegou a vender 5,6 milhões de cópias em 1975, já não ultrapassa as 800 mil.

No entanto, o diretor da Playboy, Scott Flanders, avançou que a revista continuará a publicar fotografias de mulheres, mas apenas em poses provocantes.

A revista norte-americana pretende assim alargar o seu público-alvo, passando a dirigir-se também aos adolescentes, à faixa etária com 13 anos ou mais.

A Playboy, que foi a primeira a quebrar o tabu de publicar fotografias de mulheres nuas, já tinha removido, em 2014, todas as fotografias do seu site.

Apesar de ser conhecida, principalmente, pela imagem da mulher, a revista publicou, ao longo dos anos, entrevistas com grandes figuras da história.

Foi na Playboy que Martin Luther King disse que “a América é hoje uma nação muito doente” e que o então futuro Presidente Jimmy Carter reconheceu ter desejado outras mulheres.

Pelas páginas da revista, com fotografias assinadas por nomes como Helmut Newton e Annie Leibovitz, passaram várias celebridades, desde as atrizes Kim Basinger, Sharon Stone ou Drew Barrymore até à cantora Madonna.

Isso também importa...

Uma aula de educação sexual em um colégio de Barcelona. / CARLES RIBAS

Nossa educação sexual foi inexistente, mas o desejo de romper com a tradição à qual nossas mães foram submetidas fez com que algumas de nós buscássemos maneiras de ser livres.

A intimidade das mulheres continua sendo um mistério. Abordei isso na semana passada, quando escrevi sobre a desconhecida sexualidade das mulheres acima dos 60 anos. Pena que os artigos não tratem do que sua autora pretende, mas do que o leitor prefere, porque o affair do Nobel peruano com uma socialite acabou ofuscando o resto das minhas considerações e, em nossa tendência teimosa (marca da Espanha) de transformar tudo em um plebiscito, uns se mostram a favor e outros são contra a dita relação. Mas o que eu pretendia, sem conseguir, era refletir sobre os mal-entendidos que sempre rondam o assunto da sexualidade feminina: se a mulher é mais velha, madura ou idosa, se considera aposentada do jogo amoroso, e se a mulher é muito jovem, nessa época em que deveria contar com mais armas para ter relações satisfatórias, evitar a gravidez indesejada ou infecções que ponham sua saúde em risco, um percentual alarmante de meninas mantêm relações de qualquer forma e não sabem ou não podem ou não querem pedir ajuda em seus primeiros passos.

Nesse assunto, nós mulheres com experiência ou com experiências, deveríamos romper um tabu para o qual continuamos contribuindo. Principalmente nós, que fomos adolescentes nos 1970 e jovens nos 1980, que rompemos com o protocolo de iniciação habitual na geração de nossas mães, que ainda valorizavam a celebração do matrimônio com o hímen intacto, esse hímen que agora algumas descerebradas pagam pela reconstrução. Deveríamos saber porque, se as meninas liberadas (como se dizia à época) quiseram romper com o mito da virgindade e buscamos informação por nossa conta, fomos ao ginecologista escondidas, escolhemos o método anticonceptivo e tratamos de não ficarmos grávidas, ainda que a sombra do aborto estivesse muito presente naquela juventude, por que, pergunto, não contribuímos para que se avance mais nesse aspecto; por que nesses tempos que se fala de sexo tão abertamente na televisão, convertendo a intimidade em algo impudico, e tantos personagens se empenham em nos contar suas façanhas sexuais, por que continua a existir uma porcentagem considerável de adolescentes que ignoram quase tudo que deveriam saber antes de se envolverem com um homem. Falo no feminino não porque sejam elas as únicas que devem se informar, em absoluto, mas é óbvio que as consequências não desejadas costumam cair sobre os ombros delas, e também é habitual que as meninas renunciem a sua parte de prazer em favor de seu companheiro. Ainda que o aspecto dedicado ao prazer em si não tenha sido o objetivo do estudo da Bayer que analisou o conhecimento que nossas jovens têm dos métodos anticonceptivos, não existe verdadeira educação sexual se não se contempla a essência de se encontrar intimamente com alguém: desfrutar ou, melhor ainda, desfrutar muito.

Não faria mal que nós que já podemos olhar para trás com ironia, e tendo perdoado todos os erros cometidos, contássemos como foi nosso início, onde, com qual idade, quem nos ajudou com alguma informação e se soubemos alguma coisa através de nossos pais. Meu pai foi pedagogo por um dia e me contou algo sobre a abelha rainha e os zangãos. Ainda estou tentando assimilar. Na realidade eu sabia de sobra sobre o que estava se referindo e me senti envergonhada, quase tão incomodada quanto como fui ao cinema com ele ver 1900 e nos vimos contemplando juntos a cena em que uma prostitua faz sexo com Robert De Niro e Gérard Depardieu. Nossa educação sexual foi inexistente, mas o desejo de dar um salto geracional e romper com a tradição à qual nossas mães foram submetidas fez com que algumas meninas buscassem a maneira de ser livres.

O futuro nem sempre traz progresso; se a educação não funciona condenamos as meninas a retroceder. Pode ser alguém de aparência tão atrativa e rompedora como Amy Winehouse, admirar seu talento e descobrir logo que nas letras que ela mesmo compôs há uma entrega cega à vontade masculina, à satisfação dos desejos dos homens, a uma desvalorização voluntária e orgulhosa, que nos leva de volta aos tempos de uma Billie Holiday, que foi destruída pelo racismo e as drogas, mas também pelos homens que amou, e que atuaram mais como cafajestes do que como companheiros. É provável que a educação sexual seja uma das matérias mais difíceis de ensinar, mas também não se pode abandonar tudo à experiência, porque não podemos permitir que as meninas continuem acreditando na marcha à ré, em que não podem ficar grávidas se estão menstruadas, em que não há mais do que dois métodos anticonceptivos, ou em que o fundamental é fazer com que seu menino tenha um orgasmo. Porque depois vem a imagem da menina sozinha, desolada, que não sabe como sair da confusão em que se envolveu.

Numa relação, já não é o sexo que mais importa

As relações duradouras e coesas têm algo em comum: não fazem do sexo o tema central do compromisso. 
A Relationships Scotland divulgou o seu mais recente relatório sobre as relações amorosas. No The Way We Are Now 2005, a empresa revela que o sexo não é, de todo, o único aspeto importante numa relação.

Depois de metade dos inquiridos ter confessado que não praticou o ato sexual durante o mês anterior à sondagem, o sexo deixou de ser o aspeto mais importante numa relação, passando para terceiro lugar e atrás da honestidade e da comunicação.

Conta o Daily Record que são as palavras e as atitudes o que mais importam na vida a dois.

O sexo foi apenas colocado na primeira posição por um terço dos inquiridos, enquanto a honestidade mostrou-se fundamental para 70% e a comunicação por 67%. No que toca ao tipo de relação, 57% confessou querer um compromisso, no qual deve existir uma partilha de problemas, principalmente no que diz respeito ao dinheiro, fator que os 51% dos inquiridos escoceses classificaram como principal tema de stress entre o casal.

Além desta comunicação honesta, os inquiridos disseram ainda que o casamento é um sinal importante de união e apenas 35% disse acreditar que um casamento era capaz de sobreviver a um episódio de traição.

O inquérito em causa foi realizado com 6.000 pessoas e abordou ainda questões como o trabalho, a família e a amizade.

Qual tipo de prática sexual está permitida no Irã? Fomos consultar um Aiatolá

Grande Ayatollah Ali Khamenei
Alto clero xiita tem a última palavra sobre as normas legais e morais do país desde 1979.

A sodomia é pecado? O casamento temporário é uma solução para masturbação? É lícito se tocar durante o Ramadã? Resolver estas dúvidas explícitas e delicadas é uma tarefa imposta no Irã aos aiatolás, cujos escritórios recebem milhares de consultas para conciliar a lei islâmica com a vida cotidiana.

O alto clero xiita, que desde a Revolução Islâmica de 1979 maneja as estruturas do poder no Irã e tem a última palavra sobre as normas legais e morais, dirige também uma ampla rede de consultórios sobre a sharia (lei islâmica). Esses espaços foram idealizados para solucionar os conflitos que a rigidez da legislação causa aos cidadãos, um trabalho do qual não escapa sequer o líder supremo do país, Ali Khamenei.

Dezenas de publicações e páginas na internet, além de encontros públicos em centros sociais e mesquitas, servem aos aiatolás - título hierárquico que autoriza a seu possuidor a emitir sentenças e criar jurisprudência sob a sharia - e a seus ajudantes para tirar estas dúvidas. Nas consultas, que abrangem todos os tipos de aspectos da vida social, têm uma presença muito importante as práticas relacionadas com a vida íntima e sexual dos iranianos preocupados em viver sob estritos critérios islâmicos.

No Irã, um país onde se exerce uma estrita segregação por sexo desde o primeiro grau escolar, surpreende ver as mulheres tirar suas dúvidas mais privadas com os clérigos para encontrar uma solução para seus desejos sem cometer pecado. Precisamente, e para permitir estas e outras consultas, os clérigos xiitas são considerados "mahram" para as mulheres, ou seja, pessoas de sexo oposto com as quais se pode ter contato direto, algo que geralmente está limitado a pais, irmãos e maridos.

"O Islã proíbe muitas coisas, mas ao mesmo tempo tem uma solução para cada pecado que tenha cometido", disse à Agência Efe Maryam uma jovem religiosa de 28 anos, que assegurou que "cumprir com essas normas garante a vida depois da morte e evita que Deus me leve ao inferno".

Para o clérigo Abdolali Govahi, um dos encarregados de responder dúvidas sobre a sharia em uma mesquita do norte de Teerã, a importância de estabelecer este sistema se deve "às necessidades morais do ser humano" e busca somente orientar e "dar alimento à espiritualidade e à alma" das pessoas. Uma das vantagens ou inconvenientes do sistema é que cada aiatolá pode, e em várias ocasiões, consultar de distintas maneiras seus colegas sobre um tema concreto, o que pode gerar confusão em alguns casos e aliviar consciências em outros.

Práticas sexuais como a sodomia é uma das dúvidas mais apresentadas pelos iranianos, e para ela há uma ampla diversidade de opiniões entre o clero xiita. Deste modo, há os que a consideram estritamente "haram" ou proibida pela lei islâmica, enquanto outros como o próprio Khamenei apontam que é algo permitido sempre e quando o casal estiver de acordo. Já o destacado grande aiatolá Makarem Shirazi a considera "indesejável" e recomenda não praticá-la "por precaução necessária", embora não seja "haram".

Apesar de grande parte das respostas estarem cheias de bom senso e, em algumas ocasiões, de recomendações para buscar ajuda médica ou psiquiátrica, outras por outro lado estão infestadas de complexas interpretações religiosas que levam a soluções um tanto estrambólicas para o não iniciado. Como exemplo, o líder supremo tranquilizou os crentes que queiram tocar em seus companheiros durante o mês sagrado do Ramadã, no qual o sexo é proibido, e afirmou em um de seus livros que trata-se de algo "lícito" sempre que não haja ejaculação.

No entanto, uma pessoa não estaria autorizada a beijar o companheiro, já que implicaria ingerir líquidos, algo que é proibido porque romperia com o jejum. Do mesmo modo, uma pessoa pode beijar qualquer parte de seu companheiro, mas com a ressalva de que essa parte não esteja húmida por nenhum motivo. Em outra interpretação um tanto confusa para o leigo, o grande aiatolá iraquiano Ali Sistani autorizou as relações sexuais durante o Ramadã, sempre e quando a penetração não vá além do prepúcio e não haja ejaculação.

Piloto da Fórmula 1, Lewis Hamilton revela gostar de fazer sexo dentro de "carrão"


O britânico foi flagrado recentemente com a modelo americana Gigi Hadid e, outra oportunidade, ao lado da irmã caçula de Kim Kardashian.

Em entrevista à revista masculina Playboy, o piloto de Fórmula 1 Lewis Hamilton confessou que "Nada é tão bom quanto sexo. E a melhor coisa provavelmente é um ótimo sexo dentro de um carrão", disse o piloto da Mercedes.

O piloto, que já conquistou dois títulos mundiais pela principal categoria do automobilismo mundial, tem sido visto com muitas mulheres desde que terminou o relacionamento com a cantora Nicole Scherzinger.

Recentemente, o britânico de 30 anos foi flagrado com a modelo americana Gigi Hadid e, outra oportunidade, ao lado da também modelo Kendall Jenner, irmã caçula da socialite Kim Kardashian. 

Atual líder da temporada com 151 pontos, Hamilton volta às pistas no domingo (21), às 9h, no grande prêmio da Áustria.

Em protesto contra impostos: Bordel de luxo oferece sexo de graça

"Entrada livre, taças e sexo de graça", é a mensagem que consta na porta do local, que ficou lotado.

Um bordel de luxo da cidade austríaca de Salzburgo anunciou que oferecerá aos clientes sexo de graça até setembro como protesto pelos muitos impostos que tem que pagar.

"Entrada livre, taças e sexo de graça", é a mensagem que consta na porta e no site do local e que gerou filas desde o fim de semana passado, segundo o jornal Österreich.

O dono do local, Hermann Müller, assegurou a esse meio que pagará de seu bolso os cerca de 10 mil euros que cada prostituta deixará de ganhar por mês.

Müller, que tem outros locais em várias cidades da Áustria e Alemanha, assegurou que seu "protesto" durará pelo menos até setembro.

A prostituição na Áustria é uma atividade legal e regulada, e, segundo dados oficiais de 2013, cerca de seis mil pessoas exerciam a profissão de forma lícita em todo o país.

"Nos passados dez anos paguei cinco milhões de euros em impostos só pelo local de Salzburgo", declarou Müller ao jornal "Krone", ao mesmo tempo que criticou o fato das autoridades não perseguirem mais a prostituição ilegal.

http://www.pascha.de/

Campanha do Google mostra transformação de pessoa que mudou de sexo

Campanha mostra mudança de sexo de jovem
Aproveitando que o tema está ficando cada vez mais em evidência ao redor do mundo, o Google
lançou uma campanha de apoio a mudança de gênero.

De acordo com o B9, para promover uma ferramenta da empresa que permite a divulgação do trabalho de pequenas entidades, o "Google My Business" o filme retrata a história de uma menina que resolveu se tornar um homem. 

O tema central do vídeo é mostrar como ocorreu a transformação física do rapaz e como ele conseguiu aceitação das pessoas. 

O personagem encontra o apoio necessário em uma academia na cidade de Kansas. A dona do empreendimento, Hailee Bland Walsh, diz que seu negócio deveria ser mais do que algo para pessoas se exercitarem, "mas um lugar para elas pertencerem". 

Assista ao vídeo:

Muito sexo traz felicidade? Pesquisadores de Pittsburgh respondem essa questão

Quanto o sexo pode influenciar na felicidade de uma pessoa? A partir desta pergunta, tão presente na sociedade atual, cientistas da Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh, nos EUA, realizaram um pesquisa com 128 pessoas saudáveis, entre 35 e 65 anos – todas com namorados. E a conclusão a que chegaram é, no mínimo, impressionante!

O estudo apontou que quanto mais relações tiver um casal, menor será sua felicidade. Ou seja: depois de incitar os voluntários a duplicar sua frequência sexual e realizar um acompanhamento de seu estado de ânimo com pesquisas diárias, concluiu-se que o aumento dos encontros amorosos leva a uma diminuição do desejo e do prazer sexual.

O artigo, publicado pela revista Live Science, aprofunda-se nesse ponto e explica que a felicidade e a sexualidade podem estar excessivamente ligadas a um erro de análise: a nova hipótese dos pesquisadores sugere que a felicidade tem sido associada ao sexo pelo fato de as pessoas terem mais relações sexuais quando estão alegres – isto é o que chamamos de causalidade inversa.

"Há muitas ligações entre sexo e comida"

Ljubomir Stanisic, chef do "100 maneiras"
Tal como na cama, também à mesa o tato faz parte da experiência de uma refeição. Ljubomir Stanisic, chef do "100 maneiras", não hesita em dizer que dá um estalo a quem comer um croquete com talheres.

Qual é a variável mais determinante para que uma refeição se torne inesquecível?

São milhares os fatores que entram em jogo. O principal, antes de todos os outros, é a companhia. A pessoa que está contigo à mesa é determinante para que uma refeição fique na memória. Mas claro que também podes estar sozinho e estar muito bem acompanhado com comida e com bebida. Uma refeição verdadeiramente inesquecível mexe com os nossos cinco sentidos.

Cozinhar mexe sempre com as emoções?

Mexe, claro que sim. Eu, por exemplo, uso bastante a cozinha como terapia. Hoje estava todo lixado com dores de coluna e às sete da manhã vim sozinho para o restaurante para cozinhar. Para estar a curtir o momento. Cozinhar mexe comigo. Pus a minha música, liguei o fogão todo e vim curtir.

Mas o trabalho diário numa cozinha...

Não é emocionante e levas muita porrada.

E é possível ter prazer?

Claro que sim. Se não tens prazer não estás a fazer nada na cozinha. Esse tipo de pessoas não trabalha comigo. Se não tens prazer torna-se uma coisa rotineira. Deixas de provar os pratos antes de irem para a mesa... Mas isso é assim em quase tudo. No jornalismo, por exemplo, também. Se não tiveres pica naquilo que fazes é a mesma coisa que ires para a cama com a tua mulher e não teres tesão. Nesse caso estás no casamento a fazer o quê? Aí o melhor é divorciares-te.

A cozinha está muito próxima do sexo?

Para mim, está. Há muitas ligações entre o sexo e a comida. Não só porque muitas vezes me enrolo com a minha mulher na cozinha, mas porque acho que de facto uma coisa tem muito que ver com a outra. São coisas emocionais. Os prazeres são muito semelhantes. Eu tenho orgasmos alimentares na boca quando estou a comer uma coisa do outro mundo. Mesmo que não seja uma coisa física, há uma grande ligação mental, emocional e tântrica. Há muitas semelhanças. Há prazeres de toque que tens com um corpo que também tens com a comida. Comer com as mãos e sentir a comida pode ser uma das coisas mais bonitas.

Nicki Minaj sobre sexo a revista : 'Exijo chegar ao orgasmo'

A cantora contou a 'Cosmopolitan' que sabe o que quer na hora da intimidade e encorajou outras mulheres a serem mais verbais sobre isso. 

Nicki Minaj contou a edição de junho da revista "Cosmopolitan" americana que exige chegar ao clímax cada vez que faz sexo. A rapper, que está namorando Meel Mill, afirmou: "Eu exijo chegar ao clímax. Acho que as mulheres deveriam exigir isso".Nicki disse que inclusive tem ajudado uma amiga que não ainda não conseguiu chegar ao clímax. "Tenho uma amiga que nunca teve um orgasmo na vida dela. Na vida dela! Isso me parte o coração. É loucura para mim. Sempre faço reuniões para ajudá-la com outras amigas em que nós a mostramos como fazer", contou.

E continuou: "Nós nos contorcemos e dizemos 'Você tem que subir em cima dele assim e fazer desse jeito'. Ela diz que é do tipo que gosta de dar prazer. Eu sou assim, mas isso é 50% para cada lado".

Recentemente o namorado de Nicki negou que os dois estivessem noivos apesar de tê-la presenteado com um anel de diamantes de 15 quilates em formato de coração branco e amarelo no mês passado. Em abril, Drake parabenizou a cantora no palco durante um show, o que alimentou ainda mais os rumores sobre o noivado.

Apesar de o casal afirmar que está apenas namorando, a cantora disse que espera um compromisso mais sério nos próximos anos. "Daqui dez anos eu terei dois filhos a não ser que meu marido queira três. Vou fazer muito mais exercícios para cuidar da boa forma, vou parar de ser iô-iô com dietas e vou ser uma dona de casa com uma carreira que me permita correr para casa. Quero poder cozinhar para os meus filhos, fazer cookies e vê-los crescer. Eu só quero ser mãe. Levá-los a escola, ir as reuniões de pais, ajudá-los com o dever de casa e colocar os experimentos escolares na geladeira", falou.

"Viagra" feminino está sendo desenvolvido nos Estados Unidos

O desejo sexual das mulheres é considerado um tabu e um mistério para muitas pessoas, inclusive para algumas delas! Enquanto os problemas sexuais masculinos se resumem a problemas de ereção, os tipos de disfunção sexual feminina são mais complexos, pois em geral mexem com o desejo sexual, que normalmente se reduz com a idade. Por mais que o desejo seja algo ligado à mente, cientistas acreditam que existem mecanismos cerebrais envolvidos, inclusive os mecanismos de recompensa. 

Uma prova disso é a eficiência do antidepressivo Flibanserina nesse tipo de tratamento, o chamado "viagra feminino". Usado inicialmente apenas para a depressão, algumas pacientes dos testes clínicos começaram a sentir um efeito colateral bem agradável: o aumento do interesse por sexo. Foi demonstrado um modesto aumento no desejo sexual dessas mulheres, apesar de isso ser algo difícil de medir. Testes específicos para essa finalidade do medicamento foram consuzidos em 2011 e mostraram que as mulheres usando o medicamento relataram uma média de 2,5 relações sexuais satisfatórias por semana no período de 28 dias, enquanto as outras mulheres com disfunção sexual feminina tinham uma média de 1,5 relações sexuais semanais neste mesmo intervalo de tempo. 

Agora, oFood and Drug Administration (FDA), órgão regulatório de alimentos e remédios nos Estados Unidos, fará uma comissão consultiva para avaliar se esse medicamento deve ou não ser aprovado para o tratamento de falta de libido em mulheres. A comissão ocorrerá nos dias 3 e 4 de junho. 

Não é a primeira vez que esse medicamento é avaliado pela FDA. Em 2010 ele já foi reprovado. No Brasil o medicamento também não foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, mas uma aceitação na FDA costuma servir como referência para órgãos regulatórios no mundo todo. 

O questionamento envolve, principalmente, os efeitos colaterais decorrentes desse tipo de medicamento, como náusea, tonturas e sonolência, e o fato de que muitas vezes esses problemas podem ser solucionados com terapia ou remédios hormonais, por exemplo. 

Causas da falta de desejo feminino 

São diversas as causas de falta de desejo da mulher. Conversamos com os profissionais e listamos as principais, confira: 

O desejo sexual das mulheres é considerado um tabu e um mistério para muitas pessoas, inclusive para algumas delas! Enquanto os problemas sexuais masculinos se resumem a problemas de ereção, os tipos de disfunção sexual feminina são mais complexos, pois em geral mexem com o desejo sexual, que normalmente se reduz com a idade. Por mais que o desejo seja algo ligado à mente, cientistas acreditam que existem mecanismos cerebrais envolvidos, inclusive os mecanismos de recompensa. 

Uma prova disso é a eficiência do antidepressivo Flibanserina nesse tipo de tratamento, o chamado "viagra feminino". Usado inicialmente apenas para a depressão, algumas pacientes dos testes clínicos começaram a sentir um efeito colateral bem agradável: o aumento do interesse por sexo. Foi demonstrado um modesto aumento no desejo sexual dessas mulheres, apesar de isso ser algo difícil de medir. Testes específicos para essa finalidade do medicamento foram consuzidos em 2011 e mostraram que as mulheres usando o medicamento relataram uma média de 2,5 relações sexuais satisfatórias por semana no período de 28 dias, enquanto as outras mulheres com disfunção sexual feminina tinham uma média de 1,5 relações sexuais semanais neste mesmo intervalo de tempo. 

Agora, oFood and Drug Administration (FDA), órgão regulatório de alimentos e remédios nos Estados Unidos, fará uma comissão consultiva para avaliar se esse medicamento deve ou não ser aprovado para o tratamento de falta de libido em mulheres. A comissão ocorrerá nos dias 3 e 4 de junho. 

Não é a primeira vez que esse medicamento é avaliado pela FDA. Em 2010 ele já foi reprovado. No Brasil o medicamento também não foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, mas uma aceitação na FDA costuma servir como referência para órgãos regulatórios no mundo todo. 

O questionamento envolve, principalmente, os efeitos colaterais decorrentes desse tipo de medicamento, como náusea, tonturas e sonolência, e o fato de que muitas vezes esses problemas podem ser solucionados com terapia ou remédios hormonais, por exemplo.

De respeito a gentilezas: 10 passos para revigorar seu casamento


 Por que depois de alguns anos muitos casamentos podem "perder a graça"? 

No livro O Anel que Tu Me Deste - O Casamento no Divã (Editora Artemeios), lançado em 2011, a terapeuta familiar Lídia Aratangy tenta responder à questão. 

O livro aponta as queixas mais comuns entre os casais. Enquanto os maridos reclamam da ausência de interesse sexual e desleixo com a aparência, a lista das reclamações femininas vai da falta de atenção nas conversas à pouca colaboração nas tarefas domésticas. 


A boa notícia é que é possível resgatar o lado bom do relacionamento. Para a sexóloga Regina Navarro Lins, autora de A Cama na Varanda, O Sexo no Casamento e O Livro de Ouro do Sexo, todos da Editora Best Seller, algo essencial é os parceiros respeitarem suas individualidades e terem amigos e programas separados. Confira a seguir algumas dicas preciosas para incrementar sua relação: 

1. Exponha desejos e vontades ao outro sem esperar que ela ou ele adivinhe seus pensamentos; 

2. Negocie interesses divergentes e estabeleça com clareza os próprios limites; 

3. Faça programas com amigos (de ambos, juntos ou separados) e também mantenha interesses e amizades independentes uns dos outros; 

4. Encontrem um hobby para praticar juntos, como dança de salão, atividades físicas ou um trabalho voluntário; 

5. Casais que vivem em harmonia têm em comum a admiração mútua, que permanece apesar de anos de convivência conjugal; 

6. Além de serem ousados, os cônjuges devem permitir que a renovação do relacionamento aconteça. É com abertura que surgem transformações capazes de imprimir dinamismo à relação; 

7. Transforme pensamento em ação: se você quer fazer sexo em vez de assistir à televisão, diga com jeito o que está sentindo, sem cobranças; 

8. Os homens precisam se dar conta da importância da divisão de tarefas. Estudos mostram que essa atitude está intimamente ligada à satisfação feminina no casamento; 

9. Cuidar da aparência é um bom começo para elevar a autoestima e ser valorizado pelo outro; 

10. As primeiras tentativas de mudança não são fáceis. Por isso, sempre vale insistir.

Saúde íntima: nove dúvidas que não devem ser ignoradas na consulta médica

Você está na consulta ginecológica ou urológica e se lembra daquela dúvida que pintou no banheiro outro dia, mas desiste de perguntar por ser constrangedora - ou então por medo do médico achar óbvio demais. Entretanto, muitas vezes o questionamento que parece bobo pode ser o mais importante, indicando uma possível doença ou um comportamento inadequado. Pensando nisso, conversamos com profissionais e respondendo algumas dessas perguntas: 

É normal ter um dos seios ou testículos maior que o outro? 
Diferenças discretas de volume entre os testículos e seios são consideradas normais. No caso dos seios, pode acontecer principalmente em mulheres porque, na puberdade, uma das mamas pode ter mais receptores de hormônio, levando a um crescimento maior. "Nos testículos isso ocorre geralmente por conta da variação no pequeno volume de líquido que se apresenta ao redor dos testículos", explica o urologista Mauro Pinheiro, do Departamento de Andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia - regional Rio de Janeiro. Essas diferenças são preocupantes quando surgem subitamente, são muito grandes e/ou associadas à dor na região. "Nestes casos, deve-se suspeitar de processos inflamatórios, infecciosos ou até mesmo de câncer, e um médico urologista ou mastologista deve ser consultado." 

Após masturbação excessiva, é normal o pênis ou a vagina ficar inchado? 
"O atrito em excesso nos tecidos do pênis e vagina pode resultar em um edema, que é um discreto acúmulo de líquido nesses tecidos", explica o urologista Mauro. O resultado disso é um aspecto de "inchaço", que pode ocorrer devido a esse líquido acumulado. "O edema tende a reduzir e desaparecer algumas horas após o repouso", diz. Caso o problema persista, o indicado é procurar um médico. 

As bombas penianas, muito utilizadas na Europa e Estados Unidos, são mecanismos que, acoplados ao pênis, produzem um vácuo que faz com que o sangue venoso reflita para dentro do pênis, em um processo semelhante ao da ereção. "A diferença é que, na ereção verdadeira, o sangue que preenche o pênis é arterial e não venoso", explica o urologista Mauro. Se utilizadas durante um período prolongado ou caso ocorra um vácuo muito forte, pode sim ocorrer um edema dos tecidos periféricos, visualizados como um "inchaço". 

É necessário tomar banho imediatamente após a relação sexual? 
Sim, é necessário, mas você não precisa sair correndo para o banheiro logo após o sexo. Higienizar o órgão sexual depois do ato ajuda a evitar principalmente infeções causadas por fungos, como a candidíase. Lavar o órgão após a relação sexual também ajuda a remover resíduos de sêmen e excesso de lubrificante do preservativo. Caso você não tenha usado preservativo, a higiene também serve para retirar o muco da lubrificação natural da vagina junto com resíduo de secreção espermática após a ejaculação - ambos ricos em substâncias que servem como meio de cultura para bactérias e fungos. "A flora bacteriana nos tecidos do pênis e vagina está aumentada após a relação sexual, principalmente quando próximo do período menstrual", afirma o urologista Mauro. Caso essa flora esteja modificada por conta de patologia prévia na mucosa do pênis ou vagina, há o risco de transmissão de DSTs. "A higiene pode ser feita até em poucas horas após a relação - não precisa ser imediatamente, porém não se deve deixar nunca para o dia seguinte." 

Por que algumas pessoas têm vontade de urinar após a relação sexual? 
Segundo o urologista Mauro, existe um reflexo após o orgasmo sexual, que desencadeia a contração de vários músculos da pelve, inclusive da bexiga e dos esfíncteres envolvidos na micção, podendo desencadear em alguns indivíduos um desejo de urinar logo após. "Urinar depois do sexo também é importante para limpar o canal urinário, diminuindo o risco de possíveis infecções por bactérias", ressalta a ginecologista Rita Géssia Patriani Rodrigues, do hospital São Luiz Itaim, em São Paulo. 

Para que servem os pelos pubianos? 
Evolutivamente, os pelos pubianos existem para a proteção da região genital. Aparar os pelos é eventualmente recomendado para facilitar a higiene e evitar a umidade no local, que pode propiciar crescimento de fungos. "Isso porque na base do pelo há glândulas que produzem suor e gorduras para lubrificar e resfriar a pele, e essas podem causar um cheiro desagradável ou servir de alimento para germes, predispondo ao aparecimento de doenças de pele", completa o urologista Ravendra Muniz, do Núcleo de Urologia do Hospital Samaritano de São Paulo. 


Se você tem uma higiene íntima adequada diariamente e seu órgão genital está saudável, a depilação não se faz necessária. Dessa forma, é importante manter a região sempre limpa e os pelos aparados quando necessário, para não dar margem ao acúmulo de fungos e bactérias nocivas. "A depilação total da região genital deve ser evitada devido ao risco de ferir uma pele que é muito fina e está próxima de uma flora bacteriana naturalmente maior que a de outros locais, apresentado, portanto, algum risco de infecção", afirma o urologista Mauro. O melhor seria apenas aparar os pelos, evitando depilar. Caso deseje, a depilação deve ser realizada com extremo cuidado e higiene. 

Quais os problemas em machucar o pênis ou a vagina durante a depilação? 
Se você prefere se depilar e sofreu algum corte durante o processo, o ideal é higienizar bem a área no momento e manter a higiene com atenção redobrada nos próximos dias, acompanhando a ferida de perto. Caso aconteça algum inchaço, inflamação ou infecção na área afetada, procure um médico. Evite roupas que friccionem o local durante a cicatrização e dê um tempo nas relações sexuais. 

Em caso de lesão ou fissura durante a relação é necessário procurar um médico? 
Sim. "Se ocorrer qualquer fissura ou lesão no órgão sexual, sempre é necessário procurar um médico", alerta o urologista Mauro. Já o urologista Ravendra completa dizendo que as recomendações para esse caso são parecidas com as dadas para o depilação, inclusive com repouso ou abstinência sexual até que a ferida cicatrize completamente. 

Coito interrompido ou usar camisinha apenas no momento da ejaculação protege de DSTs? 
Os especialistas são categóricos: não. "O coito interrompido não protege a pessoa de absolutamente nada, nem mesmo do contágio do HIV e das hepatites", diz Mauro Pinheiro. Inclusive, o coito interrompido pode não deixar a pessoa completamente protegida da gravidez, no caso de relações heterossexuais. Dessa forma, a recomendação de colocar a camisinha antes do ato persiste. O risco de transmissão de DSTs com uso da camisinha apenas na hora da ejaculação é total, uma vez que a lubrificação vaginal e o líquido liberado pelo pênis antes da ejaculação também contém vírus e bactérias transmissoras de DST. Além disso, verrugas e feridas causadas por HPV, candidíase ou sífilis podem estar presentes na pele do pênis ou vagina, e o contato seria suficiente para transmissão. "Há também o risco de uma fissura ou ferida, levando ao contato de sangue com sangue", lembra o urologista Ravendra. Por isso, a camisinha deve ser colocada antes do início da relação e permanecer lá até o final.

Uma pessoa em tratamento para DST coloca o parceiro em risco se transar sem camisinha? 
O paciente em tratamento para doença sexualmente transmissível curáveis, como o HPV, gonorreia e clamídia, deve manter abstinência sexual até a completa cicatrização ou remissão da DST. No caso de DSTs crônicas, como a Aids, o recomendado é sempre fazer sexo com preservativos. "É preferível ainda que essa pessoa seja avaliada por um médico - idealmente aquele que iniciou o tratamento - para que dele dê essa permissão", lembra o urologista Ravendra.

Camisinha de hidrogel promete ser mais confortável que sexo sem proteção

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Wollongong, na Austrália, criou um novo preservativo que promete ser mais confortável até do que sexo sem proteção.

A invenção faz parte do programa Grand Challenges in Global Health, da empresa comandada por Bill Gates e sua esposa, Melinda.

Com o objetivo de solucionar grandes problemas mundiais de saúde, a exemplo da falta de prevenção com relação a doenças sexualmente transmissíveis. Segundo o jornal O Globo, os cientistas estudam a possibilidade de utilizar o hidrogel no lugar do tradicionalmente usado látex. 

Uma das importantes características do hidrogel para o experimento é a capacidade de se comportar e parecer com a pele humana. "Tínhamos o palpite de que esses novos materiais teriam as mesmas propriedades da borracha, só que com uma sensação mais agradável, mas não tínhamos certeza se eles tinham as propriedades certas para um preservativo", afirmou o cientista Robert Gorkin, que lidera a pesquisa. 

Entre as propriedades da camisinha de hidrogel estariam, segundo Gorkin, a autolubrificação, uma pequena dose de viagra, ser biodegradável, além de conduzir eletricidade e responder a estímulos. A Fundação Bill e Melinda Gates ofereceu uma verba inicial de US$ 100 mil para o projeto. Atualmente, após nove meses de pesquisa, a equipe passará para testes biométricos que comprovem o comportamento do material. "Poderemos observar a atividade do cérebro para ver se o produto realmente passa uma sensação melhor do que a do látex.

Se você fizer com que a camisinha seja tão prazerosa que a pessoa mal possa esperar para colocá-la, então mais gente vai usá-la, e nós poderemos parar a transmissão de doenças", disse Gorkin.

Cientistas descobrem gene da traição e sexo casual

Alguns de nós, humanos, têm um gene chamado DRD4. Esse gene faz com que a pessoa seja mais livre. 

É comum em pessoas que buscam emoções fortes, gostam de situações nunca vividas, têm uma posição política liberal e, de acordo com um novo estudo, não se dão muito bem com a monogamia.

O estudo, realizado por por cientistas de três universidades dos EUA, liga o tal gene à infidelidade e ao sexo sem compromisso. Para chegar a esse resultado foram analisadas informações do DNA e os históricos da vida sexual de 181 pessoas. 

A conclusão é que quem tem o DRD4 é duas vezes mais propenso a encarar sexo sem compromisso como algo normal – acho que tenho esse gene porque não consigo entender como sexo casual poderia ser um problema. Além disso, metade do grupo que tem esse gene no corpo assumiu já ter traído.

Traição: perdoar ou seguir a vida sozinha?

A explicação científica é de quem tem esse gene busca mais a recompensa rápida, como a liberação de dopamina. Essa substância é liberada em maior quantidade quando você liga o ato a um risco. Como comer chocolate quando se está de dieta.

Você está pronta para um relacionamento aberto?

Mas nada disso é desculpa para trair e achar que está tudo bem. O gene pode influenciar o interesse por outras pessoas mesmo quando você está em um relacionamento, mas é você quem decide se vai ser uma pessoa decente e honrar o compromisso ou se vai jogar tudo na lama por um pouquinho de emoção.

Quantas pessoas você ama ao mesmo tempo?

Trair não é certo – acontece nas melhores famílias, mas não é certo – e não precisa acontecer. Se você não consegue ficar com apenas uma pessoa, busque um relacionamento aberto ou não monogâmico. Mas não esqueça que todos os tipos de relacionamento pedem responsabilidade afetiva, afinal, você é, sim, responsável pelo que cativa. Escolhas…

“O Estado não pode tutelar o corpo das mulheres”

Marcha contra a violência de gênero e pela liberdade sexual percorre Quito.
“Se for encontrada morta amanhã, vão dizer que mereci, porque sou puta”, dizia um dos cartazes da Marcha das Putas no sábado em Quito, capital do Equador. A peculiar manifestação denuncia aviolência de gênero e pede a liberdade sexual e estética das mulheres e dos outros gêneros. Centenas de mulheres e gente queer (todos os que são contra a normatização hétero) se assumiram como “putas” na marcha, como sinônimo de autonomia.

Com o corpo pintado e roupa berrante (alguns sem roupa), caminharam pela parte Norte do centro da capital, a região mais turística. A polícia, diferentemente de anos anteriores, obrigou que todos os pelados se vestissem. Um homem que usava só um avental de cozinha teve que pôr roupa de baixo para continuar. Ele se vestia dessa maneira como parte de sua atuação: limpava o machismo com um pano e com alvejante.

A rejeição ao Plano Família Equador, nome da estratégia de planejamento familiar programada para este ano e que propõe a volta aos valores, à família, e o retardamento das relações sexuais, foi evidenciada em muitos dos cartazes portados pelas pessoas: “Plano Família não, plano puta sim”, ou “nem Deus nem Estado”. Virginia Gómez de la Torre, do coletivo de Defesa dos Direitos Sexuais e Reprodutivos, disse que a “pedagogia do não” vai gerar mais problemas nos adolescentes e que “o Estado não pode tutelar o corpo”.

Muita da indignação vista na tarde de sábado se deve às declarações dadas durante a semana pelo secretário jurídico da presidência, Alexis Mera, a um jornal. “O Estado deve ensinar às mulheres que retardem sua vida sexual e que retardem a concepção para que possam completar uma carreira”, disse, acrescentando que há um problema de valores na sociedade e que “as mulheres não se valorizam adequadamente e se deixam violentar”.

As declarações do funcionário público também levaram centenas de mulheres a sair na marcha de 19 de março, quando sindicatos e movimentos sociais convocaram uma mobilização nacional pela perda de liberdades.Margarita Carranco, feminista reconhecida que agora se dedica à inclusão e à igualdade na Prefeitura de Quito, afirmou que “é preciso agradecer a (Alexis) Mera por suas declarações, porque nos permitem refletir sobre nossos direitos”. Disse também que Quito vai resistir à política nacional de sexualidade com o programa municipal “Saber Pega Full”, que dá informação sobre sexualidade e acesso a métodos anticoncepcionais para que adolescentes e jovens tomem decisões certas.

O manifesto final do protesto deste sábado rejeitou frontalmente o assassinato de mulheres, que segundo números da Promotoria faz em média 200 vítimas por ano no país. Para frear o problema o estado incluiu no Código Penal penas de 22 a 26 anos de prisão, mas ainda há poucas condenações. A sociedade civil destacou alguns casos nas redes sociais, como “Justiça para Vanessa”, que tenta a punição do homem que em 2013 golpeou essa jovem com um taco de beisebol até matá-la.

A Marcha das Vadias é uma marca mundial. Nasceu como resposta indignada ao policial canadense Michael Sanguinetti, que fez um comentário machista num bate-papo sobre segurança em 2011: “As mulheres precisam evitar se vestir como putas, para não serem vítimas da violência sexual”. No Equador a marcha é realizada desde 2012, e a cada edição ganha mais demandas e coletivos, que aproveitam março, o mês da mulher, para levar às ruas suas reivindicações. Neste ano também aderiram trabalhadoras do sexo e transexuais.